Últimas Notícias | Ano 12 | Edição 071


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Ciência comprova que o que não mata te fortalece. Essa e outras notícias?


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"Prefiro ser um fracasso em algo que amo, que um sucesso em algo que odeio!

(George Burns, ator, comediante e escritor americano)




Ciência comprova que o que não mata te fortalece

Cientistas acreditam ter estabelecido uma relação causal entre fracasso e sucesso futuro, provando o ditado do filósofo alemão Friedrich Nietzsche de que "o que não me mata me fortalece". Os pesquisadores utilizaram análises avançadas para avaliar a relação entre falhas e sucesso no ambiente profissional para jovens cientistas. Eles descobriram, em contraste com suas expectativas iniciais, que o fracasso no início da carreira leva a um maior sucesso a longo prazo para aqueles que não desistem. "A taxa de desgaste pela pressão sistemática aumenta para aqueles que fracassam no início de suas carreiras," disse o professor Yang Wang. "Mas aqueles que se destacam, em média, têm um desempenho muito melhor a longo prazo, sugerindo que, se não lhe mata, realmente lhe fortalece."


O Efeito Mateus - Esses resultados fornecem uma contra-narrativa para o chamado "Efeito Mateus", que postula uma teoria de que "os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres" porque o sucesso gera mais sucesso. O termo foi cunhado pelo sociólogo Robert K. Merton e deriva seu nome da parábola dos talentos, no evangelho segundo Mateus. "Acontece que, historicamente, embora tenhamos sido relativamente bem-sucedidos em identificar os benefícios do sucesso, não conseguimos entender o impacto do fracasso," destacou Dashun Wang, da Universidade Northwestern, nos EUA.


Comparando sucesso e fracasso - Os pesquisadores analisaram registros de cientistas que, no início de suas carreiras, solicitaram financiamentos para pesquisas do NIH - Instituto Nacional de Saúde dos EUA entre 1990 e 2005. Eles utilizaram as pontuações de avaliação do NIH para separar os postulantes em dois grupos: (1) aqueles que "passaram raspando", com pontuações logo abaixo do limite que recebeu financiamento e (2) os que "fizeram o suficiente", cujas pontuações estavam logo acima desse limite. Os pesquisadores então consideraram quantos artigos cada grupo publicou, em média, nos próximos 10 anos, e quantos desses trabalhos se tornaram sucesso, conforme determinado pelo número de citações que esses artigos receberam. A análise revelou que os cientistas do grupo "passou raspando" recebeu menos financiamento, mas publicou número similar de artigos, e mais artigos de sucesso (6,1% a mais), do que os cientistas do grupo "fizeram o suficiente".


Há valor no fracasso - A pesquisa não contradiz o Efeito Mateus, mas sugere um caminho complementar para aqueles que experimentaram um fracasso inicial. "Há valor no fracasso", disse Dashun Wang. "Nós já começamos a expandir essa pesquisa para um domínio mais amplo e estamos vendo sinais promissores de efeitos semelhantes em outros campos". (Portal Diário da Saúde)


Allergan to develop treatments for hair loss disorders

Allergan agreed to pay $25 million upfront as part of a deal with Exicure potentially worth up to $750 million to develop treatments for hair loss disorders, the latter company announced Thursday. Shares in Exicure jumped as much as 31% on the news. Under the agreement, Allergan will receive exclusive access and options to license therapeutics based on Exicure's SNA - spherical nucleic acid technology arising from two programmes. Exicure noted that it will conduct discovery and development for the programmes, while Allergan will be responsible for clinical development and commercialization of the licensed products if it decides to exercise an option. As part of the collaboration, Exicure is eligible to receive development and regulatory milestones of up to $97.5 million per programme and commercial milestones of up to $265 million per programme. Exicure said that it also stands to receive tiered royalties on net product sales of mid-single digit to mid-teens percentages. (FirstWord Pharma newsletter)


Estée Lauder conclui compra da dona da marca de cosméticos Dr. Jart+

A empresa americana fabricante de cosméticos Estée Lauder já havia comprado em 2015 um terço das ações da empresa sul-coreana de cuidados com a pele Dr. Jart+ e Do The Right Thing. Nesta segunda-feira a Estée Lauder anunciou a compra do restante das ações. (Jornal Valor Econômico)


HP rejeita proposta de compra feita pela Xerox

A HP rejeitou no domingo, 17, a proposta de compra de US$ 33,5 bilhões feita pela Xerox, alegando que ela subestimava "significativamente" o valor da fabricante de computadores. Mas a companhia disse estar aberta a avaliar uma fusão com a Xerox na qual a HP figure como compradora. A Xerox fez uma oferta pela HP, que tem três vezes o seu tamanho, há duas semanas, depois de encerrar uma joint venture de 57 anos com a japonesa Fujifilm, transação que deve render US$ 2,3 bilhões à empresa americana. (Jornal O Globo)


Marfrig compra mais 30,7% da National Beef

A Marfrig está comprando mais 30,73% na National Beef por US$ 860 milhões, consolidando sua participação na quarta maior produtora de carne bovina dos Estados Unidos em transação a ser anunciada ao mercado ainda hoje. O negócio ocorre um ano e meio depois de a Marfrig haver comprado 51% do frigorífico americano por US$ 969 milhões em abril de 2018. De lá para a cá, a National Beef fez duas aquisições, que levaram sua receita de US$ 7 bi para US$ 8 bi: a Iowa, que produz cortes premiums de Black Angus, e a Ohio Beef, maior fabricante de hambúrgueres dos Estados Unidos. No mesmo período, a dívida líquida da National Beef caiu pela metade, para US$ 200 milhões, e vem num momento positivo para os preços de carne bovina, impulsionados tanto pela peste suína na China quanto por um incêndio em uma fábrica da Tyson nos Estados Unidos, que puxou para cima os spreads entre os preços da carne bovina e do boi gordo.


O negócio - A compra saiu por 4 vezes EV/EBITDA, enquanto a Marfrig negocia a um múltiplo de cerca de 5 vezes na B3. O funding para a transação virá por duas vias, ainda de acordo com fontes próximas à companhia. Cerca de 45% será financiada com um empréstimo a ser tomado pela própria National Beef, a juros de 1,75% ao ano. Os 55% restantes sairão do caixa da Marfrig. A operação deve levar a dívida líquida da Marfrig em dólares de 2,4 vezes EBITDA ao fim do terceiro trimestre para um múltiplo mais próximo das 2,9 vezes. A expectativa é que a geração de caixa da própria National Beef ajude a trazer a alavancagem para baixo. O contrato de compra do controle da National Beef já previa uma put para a compra da fatia restante da gestora americana Jefferies, antiga Leucadia, em até cinco anos. Mas o fundo americano se antecipou e decidiu colocar sua participação de 31,17% à venda. O CEO da National Beef, Tim Klein, e a BMP, uma empresa de produtos alimentícios que já era sócia, levaram os 0,44% restantes e, juntos, tem 3,2% da companhia. Outros 15% da National Beef estão nas mãos de um grupo de pecuaristas americanos que têm contratos de fornecimento de longo prazo. (Portal Brazil Jornal)


Safra de grãos deve alcançar novo recorde

Uma nova estimativa foi divulgada pela CONAB - Companhia Nacional de Abastecimento na quarta-feira, 13, e aponta para um novo recorde, com 246,4 milhões de toneladas, um aumento de 1,8% ou 4,3 milhões de toneladas em comparação à safra 2018/19. A pesquisa de campo foi realizada no período de 28/10 a 1º/11, com mais de 900 informantes em todo o país. A intenção de plantio sinaliza uma variação positiva de 1,4% quando comparado à área da última safra, chegando a 64,1 milhões de hectares. A área a ser semeada com soja aponta para um crescimento de 2,3% em relação à safra passada. O plantio no Brasil atinge 56% da área. A produção está estimada em 120,9 milhões de toneladas, mesmo com os problemas climáticos que atrasaram o plantio em Mato Grosso do Sul.


As safras de milho - Já o milho primeira safra, que nos últimos levantamentos perdia espaço para a soja, mostrou aumento de área e alcançou 4,1 milhões de hectares. A produção pode chegar a 26,3 milhões de toneladas, 2,4% superior a 2018/19. As condições das lavouras no RS e PR estão boas. A partir de janeiro, começa o plantio da segunda safra do cereal, que representa mais de 70% da produção de milho no país.


Algodão - O algodão, cuja janela de plantio começa no final deste mês, mantém a projeção de crescimento tanto em área, alcançando mais de 1,6 milhão de hectares, quanto no volume total esperado, podendo chegar a 2,7 milhões de toneladas de pluma. O produtor segue apostando na demanda externa pela pluma brasileira. Em outubro, o Brasil exportou o maior volume mensal da história: 279 mil t de pluma.


As safras de feijão - Para o feijão primeira safra, a estimativa é de redução da área, devendo ficar em 917,8 mil hectares. Ainda assim, a perspectiva é de produção superior à safra passada, podendo chegar a mais de 1 milhão de toneladas. Com o atraso das chuvas e a opção por culturas mais rentáveis, o produtor também prefere investir na segunda safra, para garantir uma colheita com maior qualidade.


A safra de arroz - Deve ter redução de 1,8% na área cultivada. Apesar do atraso no plantio, em função do excesso de chuvas no RS e SC, a produção deverá ser 0,2% maior que a safra passada, chegando a 10,5 milhões de toneladas.


As outras culturas - O clima, especialmente na Região Sul, tem prejudicado a finalização da colheita dos cereais de inverno. O trigo, por exemplo, deve apresentar redução de 2,8% na produção final, alcançando 5,3 milhões de toneladas. No entanto, outras culturas como aveia branca, centeio e cevada apontam para aumento no volume produzido em comparação ao ano anterior. (Portal AGROLINK)


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