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Últimas Notícias | Ano 12 | Edição 069

Atualizado: 12 de Nov de 2019


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No último ano cheio do governo anterior, a inflação foi de mais de 10%. Em 2019 será de 3%, com última medição mensal em zero. Essa e outras notícias?


Leia em nosso boletim: www.upbeatconsulting.net/blog

" A arrogância vem antes da queda.(provérbio alemão)






Desencantado com o estado geral da República?

”Desanimado, talvez, com o estado geral da República nestes dias? Meio cansado de ser lembrado na mídia, de hora em hora, que o Brasil está à beira do abismo? Com a paciência já perto do fim, diante dos alertas de que você vive num regime cada vez mais ditatorial? Cheio dos três filhos do presidente, do presidente, do Congresso, do STF, dos porteiros de condomínio que contam mentiras, da Rede Globo, da situação, da oposição, do “ritmo lento” na retomada da economia? Ninguém vai dizer aqui que nós temos a solução para o seu problema, porque artigos na imprensa jamais foram a solução para problema algum.


...Trata-se de olhar para os fatos.  Em 2015, o último ano-cheio do governo anterior, a inflação foi superior a 10%, indo para 11. Em 2019 será de 3%, e na sua última medição mensal foi zero. Os juros estavam em 14,25% ao ano. Hoje estão três vezes menores, em 5% - o nível mais baixo em 33 anos, quando se começou o trabalho de fazer a sua computação anual. O risco do Brasil como devedor passou dos 500 pontos em 2015; hoje está um pouco acima de 100. Dilma, em sua reta final, deu ao Brasil uma recessão inédita: o PIB caiu em quase 4% no ano. Em 2019 vai subir 1%. O crédito imobiliário está em 6,5% ao ano, um número recorde. Nos seis primeiros meses deste ano, segundo a indiscutível OCDE, o Brasil foi o quarto país do mundo que recebeu mais investimentos estrangeiros. Até 30 de setembro foram criados 760.000 novos empregos. Até esse dia 30, também, a União arrecadou mais de 95 bilhões de reais com privatizações, concessões e vendas de empresas estatais – quatro vezes mais do que tinha planejado. A BR Distribuidora não é mais da Petrobras. O índice da Bolsa de São Paulo está chegando perto dos 110.000 pontos. Fechou abaixo dos 40.000 em 2015. Desencantado, ainda? Pense mais uma vez.”  (Texto extraído do portal Notícias Agrícolas - José Roberto Guzzo)

Os três tipos básicos de arrogância

Esta classificação da arrogância pode ser usada no caso dos relacionamentos interpessoais, ou mesmo diálogos entre nações e grupos políticos. Em um primeiro encontro, as pessoas se concentram em causar uma boa primeira impressão. E a demonstração de arrogância - quando alguém se gaba constantemente, por exemplo, não passa exatamente uma boa impressão. Ao longo da história, as culturas e os estudiosos têm descrito a arrogância de diferentes maneiras, como na mitologia antiga, quando a frota do rei Xerxes foi arruinada por sua avaliação de excessiva confiança em sua força comparada a dos gregos. Agora, uma equipe de pesquisadores em psicologia elaborou uma das primeiras análises abrangentes da literatura sobre arrogância, bem como uma maneira de classificar essa condição em diferentes níveis em um espectro, da mesma forma que o autismo hoje é diagnosticado. "Ficamos surpresos com a quantidade limitada de pesquisas modernas que encontramos sobre arrogância. Além disso, descobrimos que nem todas provinham de uma área específica. Então nós criamos um recurso genérico para inspirar novas pesquisas, incluindo, mas não limitado a, possíveis diagnósticos médicos de transtornos de personalidade," disse o professor Nelson Cowan, da Universidade do Missouri, nos EUA.


Tipos de arrogância 

A equipe reconhece que todos parecem ter algum grau de arrogância. Portanto, além da revisão da literatura, eles sugerem uma maneira de classificar os diferentes níveis de arrogância que uma pessoa pode apresentar. O sistema identifica três tipos de arrogância:


1. Arrogância individual - uma opinião inflada sobre as próprias habilidades, características ou realizações, em comparação com a verdade.


2. Arrogância comparativa - um ranking inflado das próprias habilidades, características ou realizações, em comparação com outras pessoas.


3.  Arrogância antagônica - a difamação de outros com base em uma suposição de superioridade.


Esses três níveis fornecem uma base sobre como a arrogância poderá ser descrita no futuro, permitindo análises comparativas e o eventual estabelecimento de critérios de avaliação para transtornos de personalidade, quando a arrogância atingir níveis danosos para a própria pessoa e para seus relacionamentos. "Nosso sistema não pode oferecer um entendimento científico completo, mas pretende fornecer uma perspectiva analítica da arrogância para ajudar a orientar futuras pesquisas psicológicas," disse Cowan. "Ele pode ser aplicado a todos os tipos de relacionamentos, como relacionamentos interpessoais, ou mesmo diálogos entre nações e grupos políticos". (Portal Diário da Saúde)


Poupafarma planeja IPO e promete mais aquisições

Como aproveitar as tendências, inovações e soluções para reconhecer o cliente e gerar experiências de compras relevantes? A tecnologia pode ajudar a melhorar a jornada do shopper e colocá-lo no centro das atenções? Em busca de respostas a essas dúvidas, a Poupafarma vem acelerando seu processo de expansão e ambiciona fazer o IPO no terceiro trimestre de 2020. Com 94 lojas no estado de São Paulo e projeção de faturamento de R$ 500 milhões em 2019, a rede abriu quatro lojas próprias neste ano, adquiriu sete unidades da Drogaria Marcelo, de Itatiba, SP, e promete anunciar uma nova aquisição em novembro. Boa parte desses resultados teve origem nos investimentos em análise de dados e business intelligence, segundo o CEO Marcelo Vienna. O executivo detalhou a estratégia no evento Soluções Inovadoras para o Varejo 2020, promovido no último dia 29 pela Inroots em parceria com a ESPM - Escola Superior de Propaganda e Marketing.


A reformulação da Poupafarma - Nos últimos três anos, a rede reforçou o time de 1.821 colaboradores com especialistas em ciência de dados, que trabalham para mapear o perfil dos clientes por meio de algoritmos e dar subsídios às equipes comerciais e de compras. “Com base nesses indicadores, reformulamos o portfólio com foco claro nos pacientes crônicos e polimedicados, que representam 70% das vendas de uma farmácia”, avalia. “A melhor forma de contato com esse shopper advém de uma necessidade. Lembrá-lo de que ele precisa comprar determinado medicamento no momento correto é crucial para a manutenção do tratamento”, ressalta Vienna. “Cada vez mais o consumidor será convidado a interagir com as soluções tecnológicas no PDV. E o desafio para o trade começa por adaptar as lojas existentes, tornando-as mais interativas e integradas a todos os demais canais de vendas”, afirma o professor da ESPM Ricardo Pastore, outro palestrante do evento.


Dados que geram valor - Para Ricardo Pomeranz, diretor executivo da consultoria Inroots, o novo ativo para as companhias atualmente são os dados e o que se extrai deles gera valor. “São eles que mudam o cenário das empresas, seja na captura de informações de compra, que possibilitam trabalhar estratégias diferenciadas por público; seja na vantagem de poder avaliar a atratividade do produto e o potencial de consumo de cada região”, acredita o executivo.  (Portal Panorama Farmacêutico)


AbbVie sells assets related to Allergan deal approval

AbbVie says it has been negotiating with several parties interested in buying the two assets it intends to divest in order to secure approval to complete its $63-billion Allergan takeover, as reported by Yahoo!Finance. The company plans to divest the experimental inflammatory bowel disease therapy brazikumab, as well as its exocrine pancreatic insufficiency treatment Zenpep. The US FTC - Federal Trade Commission had asked the companies for additional information in September that AbbVie said was not unexpected and that the companies were working through the agency's requests. (FirstWord Pharma newsletter)


Raízen e Femsa recebem aprovações para joint venture de lojas de conveniência

A Raízen Combustíveis e a subsidiária Raízen Conveniências e a Femsa receberam as aprovações necessárias para a constituição da joint venture denominada Rede Integrada de Conveniência e Proximidade. Em comunicado, a Raízen Energia reitera que, pelo acordo, a Femsa, engarrafadora e distribuidora da Coca-Cola terá uma participação de 50% na Raízen Conveniências, fatia pela qual pagará R$ 561 milhões.  (Jornal Valor Econômico)


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